Angioletti e Mocellin fiscalizam obras do Presídio Feminino da Canhanduba e o funcionamento do Presídio no bairro Nossa Senhora das Graças

 Unidade prisional feminina do bairro Canhunduba ainda não abriu por falta de funcionários. O local está fechado desde julho de 2018 

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O vereador Rubens Angioletti e o deputado estadual Cel. Onir Mocellin (PSL) fiscalizaram na manhã de hoje (29) o Presídio Feminino de Itajaí, que faz parte do Complexo de Segurança do bairro Canhanduba. O local que tem capacidade para 286 detentas ainda não foi aberto por falta de funcionários. São necessários aproximadamente 60 pessoas para manter ativa a estrutura.

O deputado Mocellin levará essa necessidade ao Governo do Estado para agilizar o processo de contratação de pessoal e posterior abertura do presídio. A obra estrutural, embora tenha sido entregue no ano passado, passa por pequenas correções de problemas que surgiram no prédio, como por exemplo, danos no reboco e o piso que afundou. Também foram detectados problemas de segurança que deverão ser corrigidos.

Angioletti lembra da urgência em ativar a estrutura para dar outro funcionamento ao prédio do atual Presídio Feminino no Nossa Senhora das Graças, localizado próximo ao centro de Itajaí. “Proponho ao Governo para que após a transferência das detentas para Canhanduba, transforme o presídio no Nossa Senhora das Graças em escola com administração compartilhada com a Polícia Militar. Transformar um presídio ultrapassado em escola militar será uma evolução social para nossa amada Itajaí”, comenta.

Durante a vistoria ao presídio em funcionado no Nossa Senhora das Graças, os parlamentares conheceram os trabalhos desenvolvidos pelas detentas, como corte e costura. Elas trabalham devidamente registradas para uma empresa da região. Hoje, o local tem capacidade para 198 pessoas, mas é ocupado por 248 presas.

Como a nova estrutura na Canhanduba não foi planejada para ter local apropriado de trabalho, o deputado Mocellin destaca a necessidade de oportunizar essa ação. “Iremos sugerir que um espaço do Presídio da Canhunduba contemple oficina para o trabalho das detentas, pois entendo que isso é fundamental para ressocialização do preso”, comenta.

As fiscalizações nas unidades prisionais foram acompanhadas pelo diretor, Ederson Fior Cruz.

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