Comunicação, Ordem e Progresso – uma resposta à altura para os adversários de plantão

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Comunicação é uma palavra derivada do termo latino “communicare”, que significa “partilhar, participar de algo, tornar comum” e também o termo “communis”, que significa “comum” e que sinaliza que, “ao comunicar-se, se estabelece algo comum com alguém”.

Não há qualquer objeção quanto ao realizar uma campanha organizada de acordo com as próprias condições econômicas, sem requerer capital externo, mas, por iniciativa popular, voluntarismo e, por conta disso, ter de navegar em mares revoltos com equipamento e roupagem amadora e, ainda assim, vencer. Pois, foi exatamente o que ocorreu durante o período de campanha presidencial do agora presidente eleito, Jair Messias Bolsonaro, na organização protagonizada pelo filho. E esse mérito, por mais ceticismo que os personagens da imprensa brasileira que o criticavam possam ter imprimido, nenhum deles será capaz de lhe remover os méritos por essa surpreendente conquista, afinal de contas, “a simplicidade venceu o disfarce pago a peso de ouro”.

Aclamado pelos brasileiros que se afinaram com o seu discurso, o presidente conseguiu se fazer entender em um tom raramente visto nos discursos políticos pelo Brasil afora. Pautando-se sempre pela firmeza nas suas preleções, foi objetivo enquanto cumpria cada propósito do seu plano para, então, chegar ao ápice: a presidência da República. E é nesse ponto de interseção, entre o candidato e o presidente eleito, que algo precisa ser reavaliado a fim de que todo o resto possa fluir com a obviedade exposta nas suas programações pré-eleitorais, sim, ela, a comunicação.

Não é preciso uma ampla pesquisa para se enxergar que, até aqui, qualquer cidadão interessado pelos assuntos políticos que são difundidos pela grande mídia em nosso país é capaz de perceber a sagacidade destes veículos de comunicação no que diz respeito ao papel de desacreditar e descredibilizar divisas. Principalmente, depois das falas que o presidente realizou, antes e depois das eleições, acerca de cortes extremos nas verbas destinadas aos veículos mais distintos, provocando verdadeira polvorosa entre aqueles que, há muitos anos, estão acostumados a um modus operandi irretocável. Mexia-se em tudo, propunha-se tudo, menos quaisquer mudanças em relação àquele que é conhecido como o quarto poder.

Diante do novo e diante do medo, as matérias pipocam. O tom e o timbre nas principais redações de todo o Brasil mudaram bruscamente. Há editores que já não dormem mais direito e jornalistas, por outro lado, observando com mais critérios as suas planilhas de despesas pessoais. Tudo se tornou incerto, principalmente o futuro.

Paradoxalmente, os sites de notícias diversos parecem produzir ainda mais, em ritmo frenético. Jornalistas que em outros governos se limitavam às atuações profissionais passaram a ser militantes, também, nas suas redes sociais – e o fazem incisivamente. Em veículos de comunicações gigantescos, sobretudo em pautas escritas nas madrugadas silenciosas, foram invocados o poder do “leitor” e dos “especialistas” que, em tom jocoso, também entraram na onda a fim de diminuir o poder do governo e a sua boa reputação construída no período pré-eleitoral eximindo a responsabilidade do veículo pela afronta pessoal e direta.

Restou claro o recado dado e a guerra que se travou no ambiente da comunicação. Não fosse verdade, não veríamos estes mesmos jornalistas, aos montes, se indispondo com pessoas-comuns de língua afiada quando o assunto é criticar a imprensa nacional – e, convenhamos, com toda a razão de o fazer. Aqui, vou chamar o comportamento dos colegas de profissão de desespero, vocês, leitores, ao final do texto, podem comentar e chamar do que preferirem. Esse é um fenômeno da comunicação que, até mesmo os mais ‘letrados’ na arte da comunicação, têm se mostrado bastante perdidos acerca do comportamento.

E qual a razão de um texto destes, então? Ele é um alerta. Sim, um alerta ao Governo Bolsonaro, em especial ao filho, Carlos, que tem buscado ser assertivo nas suas propostas e no jeito novo de comunicar com o povo brasileiro. Apesar de todos os acertos, é preciso observar com cuidado que, essa corrente de desespero que atingiu os jornalistas do outro lado pode e deve ser enxergada, também, como forte motivador. É nestas horas de desespero que as doses exageradas de endorfina se apropriam da ‘caneta’ nas redações, esse caos é o ambiente mais propício à produção que um jornalista aguerrido pode desejar e, acreditem, alguns não observam sequer, o fator dinheiro. Portanto, achar que vão fazer veículos fechar desse modo, pode ser um verdadeiro tiro pela culatra.

Subestimar o jornalismo, nesse viés, por mais tacanho que ele possa parecer, não é, nem de longe, a proposta mais inteligente para qualquer político que se preze e preze pela sua longevidade na carreira. Por isso, é preciso, antes de emitir o recado reiterado à imprensa, fazer, urgentemente, o dever de casa, não só quando o assunto é a comunicação direta, mas, em especial, quando se está falando da comunicação institucional.

É a comunicação institucional de um governo que desmonta, de certa forma, todo o jogo de cena que os jornalistas mais experientes e marqueteiros políticos são acostumados a propagandear a fim de dizimar reputações e confundir os seus próprios leitores. Portanto, antes de promover o combate com quaisquer veículos de comunicação, é requerida preparação condizente de retaguarda sob risco de serem trucidados.

O que deve mudar? A proposta do presidente de se comunicar de forma aleatória, pode permanecer, o que deve mudar, no entanto, é a criação de uma retaguarda daquilo que é dito. Seus pronunciamentos, falas, entrevistas coletivas e exclusivas concedidas a veículos de comunicação os mais diversos precisam estar respaldados por um planejamento que permita uma comunicação ao mesmo tempo informal, mas, fundamentada, que transpareça a ordem das coisas.

Ou seja, aquilo que é falado pelo seu staff de governo precisa estar imediatamente respaldado por uma plataforma de ação ininterrupta – uma engrenagem que nunca dorme. Então, ao mesmo tempo que algo é reproduzido em uma entrevista, já precisa imediatamente ser produzido para mídias em diversos formatos diferentes a fim de serem distribuídas aos veículos de comunicação mais diversos – e não apenas disseminados nas redes sociais, como se tem executado, hoje.

Não fomentar a imprensa sob o aspecto institucional é algo extremamente perigoso. E essa é uma falha na comunicação imperdoável que deve ser observada com mais cautela por parte de quem compõe o governo. É evidente que é este o ‘backdoor’ que está ancorando os principais ataques da grande mídia: na ausência de informação institucional. E, em razão desta ausência de fonte oficial – dedicada à imprensa – conseguem atingir o objetivo de provocar e promover, institucionalmente, o caos.

Vejamos: o tempo que o governo leva para fazer uma retratação ou para ruminar determinado tema proposto pela imprensa de forma a descredibilizar o governo, até exaurir as dúvidas e clarear as verdadeiras intenções, é bastante longo. Um verdadeiro desperdício de força, energia e produtividade. É simples de aceitar que, em parte, se tem, pela imprensa, o objetivo atendido – de retardar ações planejadas.

Portanto, é imprescindível olhar para a brecha que está aberta e que, de uma forma bastante sutil, fomenta a ação de quem se mostra contrário ao Governo e, com sangue nos olhos vai arrumar o seu jeito – nem sempre honesto como deveria – a fim de defender os seus próprios interesses, leiam-se empregos e fontes de renda.

Do mesmo modo que o Governo instituiu com veemência os dizeres em João 8:32, “conheceis a verdade, e a verdade vos libertará”, é preciso levar à aplicação, o que diz em Lucas 14:28-30, e eu tenho certeza de que as revelações serão libertadoras, ainda mais se considerarmos a mensagem importante da nossa Bandeira Nacional: ORDEM e PROGRESSO.

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