Novos estudos do covid-19 sugerem nova forma de comportamento do vírus

O estudo busca evidências a respeito da ação do vírus em humanos. Nos seus apontamentos, eles indicam a estratégia de uso de um vírus RNA, de cadeia positiva, com elevada homologia para combater o novo coronavírus.

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Alvo de pesquisas em todo o mundo, o novo coronavírus vem desafiando a academia científica, não somente para a proposta de desenvolvimento de vacinas que possam atender à população mundial, mas a respeito do seu próprio funcionamento. E esse é o trabalho a que têm se dedicado os pesquisadores chineses, Wenzhong Liu e Hualan Li, das universidades de Sichuan e Yibin.

O estudo busca evidências a respeito da ação do vírus em humanos. Nos seus apontamentos, eles indicam a estratégia de uso de um vírus RNA, de cadeia positiva, com elevada homologia para combater o novo coronavírus.

Foram utilizadas análises de domínio conservado, modelagem homológica e acoplagem molecular para comparar os papéis biológicos de certas proteínas do covid-19. Os resultados mostraram que a ORF8 e a glicoproteína de superfície podiam ligar-se à porfirina, respectivamente.

Eles possuem uma percepção diferente dos estudos que vêm sendo apresentados até aqui. Para eles, as células pulmonares têm envenenamento e inflamação extremamente intensos devido à incapacidade de trocar frequentemente dióxido de carbono e oxigênio, o que acaba por resultar em imagens pulmonares opacas.

O ataque do vírus levaria a uma redução de hemoglobina, reduzindo a capacidade de transportar oxigênio e dióxido de carbono. Isso justifica, segundo os estudos, por exemplo, a potencialização do impacto da doença em pacientes com problemas respiratórios e os diabéticos e idosos que têm uma hemoglobina glicada mais elevada. É nesta etapa que se encontra um novo achado com relação à cloroquina: segundo os autores, a cloroquina pode prevenir determinados ataques que têm por consequência ocasionar angústia (dificuldade) respiratória.

Os estudos apontam para uma deficiência diferente daquela que vem sendo explorada e apresentada, hoje, colocando não mais os pulmões dos pacientes, mas o próprio sangue, como alvo da ação viral. Eles ainda destacaram que a cloroquina, nestas condições, apresentou hipótese de um terço de inibir glicoproteína E2 viral e redução dos sintomas do doente.

O Heme é a porfirina mais abundante no organismo. Ela está na Hemoglobina, Mioglobina e Citocromos. Essas proteínas são importantes por terem o grupo heme porque é neste grupo que ocorre a ligação com o oxigêncio. Sem oxigênio, não há reação metabólica aeróbica.

Por fim, o estudo também sugere que, pelo novo coronavírus ser dependente das porfirinas, pode ter origem num vírus antigo, o que poderia causar uma reviravolta, das grandes, acerca da origem do temido covid-19.

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